Você, que assim como eu, chorou feito uma menininha para que seus pais comprassem um Super Nintendo no seu aniversário em meados dos anos 90, sabe que o console possui jogos tão bons e tão clássicos que mesmo com a nova geração de videogames, com seus gráficos superiores e diferentes jogabilidades, ainda bate aquela saudade de passar algum tempo jogando aquele game que marcou a sua infância.
Um desses jogos que marcou a minha época com o Super Nintendo foi o The Legend of Zelda: A Link to the Past. O enredo do game se passa na antiga Hyrule e a história que é contada se passou antes da que é narrada no game original, lançado anteriormente no console NES. O sucesso desse jogo de plataforma veio devido a sua jogabilidade e dos gráficos surpreendentes para a época, como a variação do clima em determinados lugares, e principalmente da forma como é contada a história e da não necessidade de seguir unicamente um plano para que se consiga zerar o game. Nele, mesmo deixando de cumprir algumas chamadas “quest’s” que aparecem durante o jogo e de descobrir determinadas passagens secretas, ele pode ser concluído sem nenhuma conseqüência para com a história.
Durante o jogo você vai adquirindo novos armamentos, coletando Ruppies (cristais utilizados como dinheiro), conhecendo novos personagens (npc’s) e desvendando algumas passagens ditas “secretas”.
Hoje, sem possuir mais o meu Super Nintendo tentei recorrer a emuladores do SNES para o Ps2, porem não obtive sucesso, pois mesmo com a grande capacidade que a Sony proporcionou ao Ps2, o emulador não consegue rodar determinados jogos ditos “carregados” do Super Nintendo devido a falta de compatibilidade dos sistemas. A salvação para os fãs do game está na promessa do criador da série Zelda de fazer um remake do jogo em 3D para a nova plataforma da Nintendo. Enquanto o remake não sai, o jeito é jogar com o emulador para computador ou procurar alguém que anda tenha o seu Dinossauro...quer dizer, seu S.Nintendo.


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